"Vida louca vida
Vida breve
Já que eu não posso te levar
Quero que você me leve
Vida louca vida
Vida imensa
Ninguém vai nos perdoar
Nosso crime não compensa"
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
FELIZ ANO NOVO!
Na próxima sexta-feira será meu aniversário, um novo ano
se iniciará para mim, então, estou no período em que os astrólogos chamam de
inferno astral.
Passo onze meses no ano sem acreditar no tal inferno
astral e durante trinta dias acredito piamente na existência dele. Já está
acabando meu inferno astral, mas durante os últimos vinte e seis dias refleti
sobre as resoluções para o ano que começará na sexta-feira.
Cansei de algumas coisas, aliás, já estava cansada,
decidi mudar meu comportamento com relação a essas coisas que me cansam, me dão
preguiça e me perturbam.
Costumo relevar tudo ou quase tudo que diz respeito à
amizade, mas cansei de amigos que só têm tempo para assuntos deles ou que são
de seu interesse. Resolução: também estarei muito ocupada para esses amigos.
Que coisa chata ouvir me dizerem que por meu jeito ser
assim, que por eu falar isso, que por eu não me comportar daquela maneira,
fulano ou beltrano estão descontentes comigo. Autenticidade, personalidade e
bom humor incomoda demais algumas pessoas e têm me causado muito desgaste... Resolução:
para essas pessoas, deixarei aflorar meu lado atriz e serei como um robô, do
jeitinho que elas gostam.
Ai que preguiça de gente, geralmente mulher, que antes
de me cumprimentar, me mede dos pés à cabeça. Confesso que perco a vontade de
falar com a criatura que faz isso. Resolução: retribuir a secada que eu levei.
Sem paciência nenhuma para gente que vive reclamando
que tudo é caro ou que é mão-de-vaca. E pior, que fica regulando e reparando no
que eu compro, como eu me visto, qual o sapato que estou usando. Quanta chatice,
quanto recalque... Resolução: evitar esse tipo de pessoa. Pão-durismo faz mal à saúde!!!
Preguiça total para amigos e/ou parentes que só me
procuram para pedir “um favorzinho”. Oi, pode me ligar para perguntar se minha
família ou eu estamos bem, nos convidar para um café, a gente gosta!. Gentileza
é uma estrada de duas mãos, portanto, a resolução é: também procurarei esses amigos
e/ou parentes somente quando precisar de alguma coisa e apenas farei o favor
que me pedirem se estiver com vontade.
Cansei de gente que só fala de si mesma, baixo astral,
que vive correndo, de blogs/instagram de ginástica e de dieta, de blogueiras de
moda e de camisetas com estampa de cachorro com óculos.
Decidi que quero perto de mim mais pessoas generosas,
felizes, bem resolvidas, que gostem de dar risada de coisas bobas, que gostem
de jogar conversa fora e que tenham tempo para viver.
quarta-feira, 21 de agosto de 2013
VESTIDA PARA MATAR (DE RIR)*
Às vezes eu gostaria de ser um mosquitinho para ver
como certas mulheres escolhem suas roupas para trabalharem. Deve ser um
processo ou muito lento ou muito rápido, não tem meio termo.
Quando olho para algumas mulheres logo me vem à cabeça
uma briga com o armário e quem ganhou foi o armário, nada combinando com nada.
E olha que vivemos em um mundo democrático em termos de moda.
Veja bem, não estou dizendo que não gosto do estilo da
cicrana ou da fulana, mesmo porque quero comentar sobre aquelas pessoas que não
têm estilo. Respeito demais o estilo das pessoas, seja ele qual for.
Não deveria ser tão difícil se vestir: preto, cinza,
azul marinho, branco e bege, via de regra, combinam com todas as cores. Sem
falar no tanto de revistas, sites, blogs e programas de moda com os tais
“certos e errados”. Mas não, tem gente que gosta de inovar e está aí o grande
problema...
Não é que eu não goste de roupa colorida, nada disso.
Acho que usar uma peça colorida ou estampada pode ser bem bacana, mas conheço
pessoas que são verdadeiras odes ao arco-íris!
E os sapatos? Ah, quem gosta de tanta cor e estampa
misturada, não deixa de lado os sapatos de cores e texturas diferentes, que vêm
acompanhados de uma gama de acessórios que, além de brigar entre si, são de
procedência duvidosa (duvido que alguém tenha tido coragem de comprá-los!).
Nessa geléia geral, por que não sensualizar um
pouquinho? Quem se importa tanto assim com as regras de vestimenta
institucional e com o veto aos decotes, ombros ou sutiã à mostra, cintura baixa
e mini saia? Afinal, o que é bonito é para ser mostrado e se passa mais tempo
no trabalho do que em qualquer outro lugar, vai que a cara metade está ali,
logo ao lado...
Será que diante de tanta coisa bonita para comprar a
pessoa fica confusa? Será que a pessoa é uma espécie de Pollyanna que acha tudo
lindo? Ou será falta de espelho em casa?
Uma coisa é certa, esse tipo de mulher, no trabalho,
cumpre sua função social, é uma verdadeira catalisadora. Funciona assim: todas
as “outras” mulheres se juntam para comentar “dela”, deixando de fazer pequenos comentários entre si, umas das outras.
Todo dia é uma grande alegria e novidade, nunca se
sabe qual a combinação imperfeita que “ela” fará, que sapato ou bolsa bizarra
usará e as “outras” num misto de diversão sádica e inconformismo, esperam pelo
modelito de amanhã!
*Nota: algumas
pessoas leram esse texto antes de ser publicado e os comentários masculinos
foram: “Meio patrulha isso, hein?” e “Parece bullying.” Então, só para deixar registrado, não é nem patrulha,
nem bullying. Qual mulher nunca reparou
em outra que está vestida de modo bizarro? Pois bem, há mais de quatorze anos
trabalhando em financeira, banco de atacado e de varejo, se não vi tudo, foi
quase tudo em matéria de criatividade em looks
para o trabalho.
SE ESSA RUA FOSSE MINHA
Ter
criança em casa faz com que eu me lembre da minha infância com frequência. Não
me lembro de quase nada da minha primeira infância, mas tenho fortes e marcantes lembranças
a partir dos meus sete ou oito anos de idade.
Era
tudo tão diferente... Nem melhor, nem pior, diferente! Pensando melhor, quase
tudo. Como a maior parte das crianças de hoje, eu também tinha um dia
atribulado com atividades extracurriculares (ballet, natação, inglês), estudava
em uma escola que exigia bastante dos alunos e adorava brincar.
Taí
a diferença: brincar. As brincadeiras eram muito diferentes, começava que eu
tinha meus “amigos da rua”. Sim, eu brincava na rua. Todas as outras crianças
da minha rua brincavam na rua...
Lembrando
que no final da década de 70 e no começo dos anos 80 o número de carros, de
pessoas e os índices de violência eram infinitamente menores dos de hoje em
dia.
Nós,
as meninas, tínhamos as brincadeiras típicas de meninas com bonecas, que
incluíam seus batizados e festas de aniversário com direito a madrinhas, bolos
e docinhos, mas também brincávamos com os meninos.
E
era com os meninos que a brincadeira ia para a rua, patinávamos, andávamos de
bicicleta, jogávamos taco, futebol e vôlei com direito a rede montada no meio
de uma rua perpendicular a nossa e sem saída, que chamávamos de “vilinha”.
Nossa
rua era de nosso domínio, conhecíamos todos os moradores dos prédios e das
casas e à medida que íamos crescendo, íamos ampliando nossos domínios. Até que alguns
de nós, inclusive eu, se misturaram com os outros da rua de trás e, dessa
maneira, passamos a ter mais amigos e conhecíamos o amigo do amigo, a prima da
amiga, a irmã do amigo...
Inevitavelmente,
começaram os namoros e a roda do eu gosto dele, mas ele gosta dela e ela gosta
daquele outro... Uma amiga deixava de falar com a outra por conta de algum
garoto, por ciúme de uma nova amiga da escola ou porque não foi convidada para
uma festa. Os meninos não gostavam quando garotos desconhecidos vinham na nossa
rua procurando alguma das meninas, afinal de contas, aquela rua e tudo que
estava contido nela, era deles!
E
assim foi a minha infância e minha adolescência, na rua! E nossos pais, das
janelas nos vigiavam, nos controlavam e na falta de telefone celular, muitas vezes
nos chamavam para jantar ou impiedosamente anunciavam que “está na hora de
subir!!!”, o que a gente odiava ouvir.
Com
o passar do tempo, cada um de nós tomou um rumo, não tenho contato com quase
mais ninguém, mas guardo no coração meus “amigos da rua” e “minha rua”, onde
vivi por anos e fui muito feliz.
Pensando
melhor... a diferença entre a minha infância e a do meu filho não é o tipo de
brincadeira, é a liberdade que eu tive quando criança, andando livremente pela
minha rua e arredores, coisa que não teria coragem de deixa-lo fazer, mesmo se
ele fosse maior (ele tem seis anos), nem se a rua que eu moro hoje fosse minha.
terça-feira, 20 de agosto de 2013
GERAÇÃO Y
Adoro música. Para cada situação do meu dia lembro de
uma música que se encaixa com aquela pessoa ou com o que está acontecendo, sou
uma trilha sonora ambulante!
Mas, ultimamente, cantarolar minhas músicas tem
denunciado minha idade, ainda mais porque estou cercada de representantes da
Geração Y, que, por muitas vezes, me lançam um olhar de ponto de interrogação
do tipo: “De onde saiu essa música?”
Saiu dos anos 70, dos anos 80 ou dos anos 90, a década
em que a maioria de vocês nasceu... Foi na década de 90 que me formei e eles
estavam nascendo e agora estão aqui ao meu lado, estranhando minhas músicas e
me ensinando coisas.
Quando chega um “Geração Y” novo no trabalho vou logo
abaixando a bola da pretensão dele e dizendo que hoje em dia tudo é molezinha,
“imagina no meu tempo que não existia o Google!!!” E não existia mesmo...
A verdade é que eu adoro estar entre os “Geração Y”,
sentir o frescor da juventude, me atualizar sobre assuntos que só eles sabem,
aprender as gírias do momento, saber que a vida ainda se descortinará para
eles, ouvir as histórias, as preocupações que geralmente são a faculdade, os
romances, as viagens, a grana curta, a balada, a efetivação no trabalho.
Mal sabem eles o que vem pela frente e não quero ser
eu a portadora das novidades da vida adulta. A independência e a liberdade
trazem consigo os percursores das rugas e dos cabelos brancos: as contas fixas,
o financiamento da casa ou do carro, as noites preocupadas e mal dormidas, o
filho com febre, os problemas de relacionamentos (familiares, amorosos e com
amigos), o chefe, os problemas com a empregada e com a babá e muitas vezes a
doença de um ente querido.
Então, por alguns minutos, finjo não ser adulta e me
junto aos meus “Geração Y”, dou risada com eles, ensino minhas músicas,
trocamos informações sobre memes e virais da internet, comentamos sobre reality
shows e damos mais risadas.
Para não perder o costume e fazer jus a minha idade e
minha condição de mãe, dou uma bronca, um conselho, pergunto se trouxeram
agasalho e guarda-chuva ou ofereço um biscoito.
Também tenho o costume de tratá-los bem, porque vai
que um dia algum deles se torne meu chefe, terá boas lembranças de mim!!!
Sempre digo isso para eles.
Agradeço aos meus meninos da “Geração Y,” meus
queridos Augusto, Caio, Luiza, Marcella, Rafaela, Regis, Rodrigão, Thais e
Yana, por fazerem meus dias mais leves e por me manterem sempre atualizada.
Adoro vocês!!!
LARANJA PODRE
Pelo que me lembro, fui uma criança e uma adolescente
regular, do tipo que não deu muito trabalho para os pais. Tinha meus amigos,
minhas atividades, meus programas, não era muito fã dos estudos, mas estava
quase sempre ali na média, na média de tudo, em termos gerais era bem normal.
Algumas características me acompanham desde a
infância, sou sarrista e debochada, apelidava um colega por algum traço físico
marcante (hoje poderia ser considerado bullying!!!), converso com todo mundo,
no colégio, por exemplo, tinha amizade com os descolados, com os nerds, com os
esportistas, sem ser nada disso, nem descolada, nem nerd, nem esportista...
Já no final da adolescência, um traço marcante da
minha personalidade veio à tona, sou questionadora e como diria meu pai
“bocuda”, falo além do que deveria, mas não além das minhas convicções. Sei que
isso já me prejudicou bastante e, infelizmente, tenho que me controlar.
Esse mix de ingredientes: deboche, papo fácil, indagadora
e “bocuda”, mais uma pitada de muita opinião própria, pode ser mal visto.
Tanto que certa vez fui chamada de “laranja podre” e,
para meu próprio espanto, não me ofendi, ao contrário, achei divertidíssimo ser
chamada de “laranja podre”. E eu sabia exatamente o porquê estava sendo chamada
assim.
Era porque enquanto todas as laranjas faziam apenas
suco de laranja, eu fazia suco, geléia e compota de laranja. Daí o que fazer
com a geléia e com a compota? Como tratar uma laranja que se comporta de
maneira diferente? E se as outras laranjas resolverem diversificar também?
Talvez, por medo ou por insegurança, seja mais fácil e
comum rejeitar ou rotular negativamente o que não se conhece.
Então, ser laranja podre, para mim, passou a ser um
elogio. Não significava aquela que contaminava a caixa com seus fungos, mas
aquela que se destacava na caixa por ser diferente.
No meio de tanta notícia de corrupção, violência e de
um mundo caótico, optei por continuar apelidando as pessoas, falando com todo
mundo, indagando tudo aquilo que desconheço ou que não concordo e dando minha
opinião, não importa se será ouvida ou implementada, mas não me calo porque
alguém acha que devo me comportar assim ou assado.
Adoro ser uma laranja podre!!!
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
O DRAMA DA ESCOLHA
Sempre que tenho que fazer uma escolha me lembro de um
amigo dizendo: “A vida é o drama da escolha.”
Até hoje não sei se essa frase era uma citação de
algum filósofo, escritor ou pensador, ou se foi ele mesmo quem a criou. O que
importa é que concordo cem por cento.
Não que eu seja dramática, ao contrário, odeio drama
(gosto só no cinema!), mas como é difícil fazer certas escolhas, pesar prós e
contras, ouvir sugestões contrárias ao que gostaríamos que nos dissessem.
Depois que me tornei mãe, as escolhas mais difíceis
para mim são aquelas relacionadas ao meu filho. Ah, como gostaria de passar
mais tempo ao seu lado, de ter presenciado seus primeiros passos, de ter
embalado suas sonecas vespertinas, de ter acompanhado aquela febre chata
abaixar...
Mas escolhi não para de trabalhar, escolhi dar para
ele um futuro mais promissor, escolhi ser uma mãe com mais assunto e, a partir
dessas escolhas, descobri que eu era filha da culpa.
Passei algum tempo carregando a culpa do mundo nas
minhas costas. Culpa por deixar meu filho em casa com outra mulher (a babá!),
culpa por não saber se estava sendo boa mãe o suficiente, culpa por não estar
sendo tão boa quanto minha havia sido (ela foi dona de casa e se dedicou
totalmente a mim e ao meu irmão, nessa ordem) e, pasmem, culpa por gostar de
trabalhar fora de casa, acho que esse lance de home working não funciona para mim.
Como fazer uma escolha e não me sentir culpada por
ela? Essa era a pergunta do milhão. Nada aliviava minha culpa, nem a terapia e
nem conversar com outras mães na mesma situação.
E a culpa é oportunista, cria um círculo vicioso. E
eu, de tanto girar em volta da culpa, me sentia cansada e desanimada.
Foi, há mais de quatro anos, quando passei a ter
fortes e insuportáveis enxaquecas e procurei um neurologista, cuja
especialidade é o tratamento de pacientes com esclerose lateral amiotrófica (ELA), aquela doença degenerativa que acomete o físico Stephen
Hawking.
Minha primeira consulta levou horas, mais parecia uma
sessão de terapia, então, o médico me disse: “Claudinha (é assim que ele me
chama até hoje), a vida é muito linda e curta para tanta culpa. Imagina quanta
coisa boa você tem para viver com seu filho, trabalhando ou não, só pelo fato
de você poder controlar os movimentos dos seus membros.”
Estava ai a resposta da pergunta do milhão!!! Por que
me preocupar tanto com as escolhas? Por que tanta cobrança? Só para a culpa me
sabotar e não me deixar aproveitar os melhores momentos da vida enquanto posso
“controlar os movimentos dos seus membros”!!!
Ah, a culpa não me abandonou por completo, às vezes
ela volta para me visitar...
DESCOBRINDO ESTAR CHATA
Alguns assuntos nos chamam mais atenção que outros, mas
tem coisa que a gente gosta de verdade, que faz a gente parar, virar a cabeça
para olhar e esse olhar é, por vezes, mais crítico, apurado ou apaixonado...
Não posso mais dizer que sou apaixonada pelo Direito,
como toda paixão com o passar do tempo foi se transformando... Hoje, gosto da
minha profissão e, por mais que tente (e olha que já tentei bastante!), não
consigo me ver trabalhando em outra área.
Mas paixão, ah paixão, como é bom ter uma paixão. Sou
apaixonada pelos assuntos do complexo universo feminino (apesar de achar a
maior parte das mulheres chata) começando pelas futilidades – amo futilidade –
roupas, sapatos, acessórios, maquiagem, cosméticos, jóias... Até as questões
mais profundas da alma da mulher.
Daí, um belo dia, sem dourar a pílula, sem me avisar
que o gato tinha subido no telhado, meu marido me disse segurando o notebook:
“Você está muito chata! Tem sempre os mesmo assuntos, só sabe falar das coisas
do Banco, que coisa chata!”
Perplexa, fiquei olhando para ele, sem saber para onde
iria aquela fala.
“Achei uma coisa aqui que tem a sua cara, porque você
não se matricula?” – ele me perguntou meio que ordenando.
Curiosa fui ver a tal coisa que magicamente me
transformaria em uma “não chata”. Era um curso de stylist! Gargalhei e disse
que ele estava louco. Eu lá tinha tempo para essas coisas?
Peguei o computador no colo e comecei a ler o programa
do curso, cujas aulas eram todas às segundas e quartas-feiras à noite e comecei
a me interessar. No dia seguinte estava matriculada!
Delícia fazer um curso por hobby, sem o
comprometimento de ter que usar o que se aprende na vida profissional. Delícia
ter uma professora que não era advogada (acho professor advogado muito chato,
super entendo meu marido!). Delícia estar numa classe cheia de não advogados
(eu era a única chata!). Delícia falar de coisa que não é problema ou que não
vai se tornar um problema.
Depois desse curso de stylist fiz mais dois outros
cursos sobre história da moda, que foram igualmente legais. Isso tudo já faz
uns três anos.
Então, no semestre passado fui fazer um módulo de
especialização em Direitos Difusos e Coletivos, cheio de advogados... Que
vontade de fazer outro curso de moda!!!
Fica minha dica: advogados(as), podemos ser muito mais
legais quando temos um hobby, quando praticamos um esporte, quando nos
interessamos por outras cosias que não nosso trabalho, namorado(a),
marido/mulher, casa e filhos.
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